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Casa da Tia Ciata
Gracy Mary Moreira, presidente da ORTC é membro do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Erradicação do Sub-registro de Nascimento e Ampliação Básica, integrante no World Urban Forum “Gender” (Fórum Mundial Urbano, membro na Assembleia de Gênero), membro da Executiva do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado do Rio de Janeiro, membro do Comitê Saúde da População Negra - RJ, foi membro do CEN (Coletivo de Entidades Negras), foi curadora do Museu do Negro, fez parte da comissão organizadora da Conferência Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) e foi coordenadora da baixada para a Liga de Capoeira do Rio de Janeiro. Bisneta de Tia Ciata, neta de Dona Glicéria, filha de Bucy Moreira (neto de Tia Ciata, músico e compositor) e Nanci Moreira (uma das Mães do Samba do Rio de Janeiro), Gracy representa quarto gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-brasileira. Cumprindo a promessa feita ao seu pai, de preservar o legado de sua bisavó, criou a organização com intuito de seguir seus passos, desenvolvendo ações em âmbito cultural e social. No século XIX, as descendentes de escravos conhecidas como Tias Baianas, comumente moravam em bairros da zona portuária do Rio de Janeiro, apelidada de Pequena África por Heitor dos Prazeres (1989 - 1966). Elas davam guarida aos recém-chegados e os ajudavam a encontrar moradia e trabalho. Tia Ciata ou Ciata da Oxum era iniciada no candomblé em Salvador pelo Babalaô (pai dos segredos) africano, Bangboshê Obitikô, era Yakekerê (mãe pequena) da casa do Babalorixá (pai de Santo) João Alabá de Omolu, no bairro Saúde. Morou em diversos endereços da Pequena África e Centro. Seus saraus eram frequentados por poetas, cantores, compositores e músicos. Sua última moradia, na extinta Rua Visconde de Itaúna se tornou referência histórica no surgimento do samba carioca.
Gracy Mary Moreira, presidente da ORTC é membro do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Erradicação do Sub-registro de Nascimento e Ampliação Básica, integrante no World Urban Forum “Gender” (Fórum Mundial Urbano, membro na Assembleia de Gênero), membro da Executiva do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado do Rio de Janeiro, membro do Comitê Saúde da População Negra - RJ, foi membro do CEN (Coletivo de Entidades Negras), foi curadora do Museu do Negro, fez parte da comissão organizadora da Conferência Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) e foi coordenadora da baixada para a Liga de Capoeira do Rio de Janeiro. Bisneta de Tia Ciata, neta de Dona Glicéria, filha de Bucy Moreira (neto de Tia Ciata, músico e compositor) e Nanci Moreira (uma das Mães do Samba do Rio de Janeiro), Gracy representa quarto gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-brasileira. Cumprindo a promessa feita ao seu pai, de preservar o legado de sua bisavó, criou a organização com intuito de seguir seus passos, desenvolvendo ações em âmbito cultural e social. No século XIX, as descendentes de escravos conhecidas como Tias Baianas, comumente moravam em bairros da zona portuária do Rio de Janeiro, apelidada de Pequena África por Heitor dos Prazeres (1989 - 1966). Elas davam guarida aos recém-chegados e os ajudavam a encontrar moradia e trabalho. Tia Ciata ou Ciata da Oxum era iniciada no candomblé em Salvador pelo Babalaô (pai dos segredos) africano, Bangboshê Obitikô, era Yakekerê (mãe pequena) da casa do Babalorixá (pai de Santo) João Alabá de Omolu, no bairro Saúde. Morou em diversos endereços da Pequena África e Centro. Seus saraus eram frequentados por poetas, cantores, compositores e músicos. Sua última moradia, na extinta Rua Visconde de Itaúna se tornou referência histórica no surgimento do samba carioca.
Gracy Mary Moreira, presidente da ORTC é membro do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Erradicação do Sub-registro de Nascimento e Ampliação Básica, integrante no World Urban Forum “Gender” (Fórum Mundial Urbano, membro na Assembleia de Gênero), membro da Executiva do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado do Rio de Janeiro, membro do Comitê Saúde da População Negra - RJ, foi membro do CEN (Coletivo de Entidades Negras), foi curadora do Museu do Negro, fez parte da comissão organizadora da Conferência Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) e foi coordenadora da baixada para a Liga de Capoeira do Rio de Janeiro. Bisneta de Tia Ciata, neta de Dona Glicéria, filha de Bucy Moreira (neto de Tia Ciata, músico e compositor) e Nanci Moreira (uma das Mães do Samba do Rio de Janeiro), Gracy representa quarto gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-brasileira. Cumprindo a promessa feita ao seu pai, de preservar o legado de sua bisavó, criou a organização com intuito de seguir seus passos, desenvolvendo ações em âmbito cultural e social. No século XIX, as descendentes de escravos conhecidas como Tias Baianas, comumente moravam em bairros da zona portuária do Rio de Janeiro, apelidada de Pequena África por Heitor dos Prazeres (1989 - 1966). Elas davam guarida aos recém-chegados e os ajudavam a encontrar moradia e trabalho. Tia Ciata ou Ciata da Oxum era iniciada no candomblé em Salvador pelo Babalaô (pai dos segredos) africano, Bangboshê Obitikô, era Yakekerê (mãe pequena) da casa do Babalorixá (pai de Santo) João Alabá de Omolu, no bairro Saúde. Morou em diversos endereços da Pequena África e Centro. Seus saraus eram frequentados por poetas, cantores, compositores e músicos. Sua última moradia, na extinta Rua Visconde de Itaúna se tornou referência histórica no surgimento do samba carioca.
Gracy Mary Moreira, presidente da ORTC é membro do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Erradicação do Sub-registro de Nascimento e Ampliação Básica, integrante no World Urban Forum “Gender” (Fórum Mundial Urbano, membro na Assembleia de Gênero), membro da Executiva do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado do Rio de Janeiro, membro do Comitê Saúde da População Negra - RJ, foi membro do CEN (Coletivo de Entidades Negras), foi curadora do Museu do Negro, fez parte da comissão organizadora da Conferência Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) e foi coordenadora da baixada para a Liga de Capoeira do Rio de Janeiro. Bisneta de Tia Ciata, neta de Dona Glicéria, filha de Bucy Moreira (neto de Tia Ciata, músico e compositor) e Nanci Moreira (uma das Mães do Samba do Rio de Janeiro), Gracy representa quarto gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-brasileira. Cumprindo a promessa feita ao seu pai, de preservar o legado de sua bisavó, criou a organização com intuito de seguir seus passos, desenvolvendo ações em âmbito cultural e social. No século XIX, as descendentes de escravos conhecidas como Tias Baianas, comumente moravam em bairros da zona portuária do Rio de Janeiro, apelidada de Pequena África por Heitor dos Prazeres (1989 - 1966). Elas davam guarida aos recém-chegados e os ajudavam a encontrar moradia e trabalho. Tia Ciata ou Ciata da Oxum era iniciada no candomblé em Salvador pelo Babalaô (pai dos segredos) africano, Bangboshê Obitikô, era Yakekerê (mãe pequena) da casa do Babalorixá (pai de Santo) João Alabá de Omolu, no bairro Saúde. Morou em diversos endereços da Pequena África e Centro. Seus saraus eram frequentados por poetas, cantores, compositores e músicos. Sua última moradia, na extinta Rua Visconde de Itaúna se tornou referência histórica no surgimento do samba carioca.
Gracy Mary Moreira, presidente da ORTC é membro do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Erradicação do Sub-registro de Nascimento e Ampliação Básica, integrante no World Urban Forum “Gender” (Fórum Mundial Urbano, membro na Assembleia de Gênero), membro da Executiva do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado do Rio de Janeiro, membro do Comitê Saúde da População Negra - RJ, foi membro do CEN (Coletivo de Entidades Negras), foi curadora do Museu do Negro, fez parte da comissão organizadora da Conferência Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) e foi coordenadora da baixada para a Liga de Capoeira do Rio de Janeiro. Bisneta de Tia Ciata, neta de Dona Glicéria, filha de Bucy Moreira (neto de Tia Ciata, músico e compositor) e Nanci Moreira (uma das Mães do Samba do Rio de Janeiro), Gracy representa quarto gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-brasileira. Cumprindo a promessa feita ao seu pai, de preservar o legado de sua bisavó, criou a organização com intuito de seguir seus passos, desenvolvendo ações em âmbito cultural e social. No século XIX, as descendentes de escravos conhecidas como Tias Baianas, comumente moravam em bairros da zona portuária do Rio de Janeiro, apelidada de Pequena África por Heitor dos Prazeres (1989 - 1966). Elas davam guarida aos recém-chegados e os ajudavam a encontrar moradia e trabalho. Tia Ciata ou Ciata da Oxum era iniciada no candomblé em Salvador pelo Babalaô (pai dos segredos) africano, Bangboshê Obitikô, era Yakekerê (mãe pequena) da casa do Babalorixá (pai de Santo) João Alabá de Omolu, no bairro Saúde. Morou em diversos endereços da Pequena África e Centro. Seus saraus eram frequentados por poetas, cantores, compositores e músicos. Sua última moradia, na extinta Rua Visconde de Itaúna se tornou referência histórica no surgimento do samba carioca.
Gracy Mary Moreira, presidente da ORTC é membro do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Erradicação do Sub-registro de Nascimento e Ampliação Básica, integrante no World Urban Forum “Gender” (Fórum Mundial Urbano, membro na Assembleia de Gênero), membro da Executiva do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado do Rio de Janeiro, membro do Comitê Saúde da População Negra - RJ, foi membro do CEN (Coletivo de Entidades Negras), foi curadora do Museu do Negro, fez parte da comissão organizadora da Conferência Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) e foi coordenadora da baixada para a Liga de Capoeira do Rio de Janeiro. Bisneta de Tia Ciata, neta de Dona Glicéria, filha de Bucy Moreira (neto de Tia Ciata, músico e compositor) e Nanci Moreira (uma das Mães do Samba do Rio de Janeiro), Gracy representa quarto gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-brasileira. Cumprindo a promessa feita ao seu pai, de preservar o legado de sua bisavó, criou a organização com intuito de seguir seus passos, desenvolvendo ações em âmbito cultural e social. No século XIX, as descendentes de escravos conhecidas como Tias Baianas, comumente moravam em bairros da zona portuária do Rio de Janeiro, apelidada de Pequena África por Heitor dos Prazeres (1989 - 1966). Elas davam guarida aos recém-chegados e os ajudavam a encontrar moradia e trabalho. Tia Ciata ou Ciata da Oxum era iniciada no candomblé em Salvador pelo Babalaô (pai dos segredos) africano, Bangboshê Obitikô, era Yakekerê (mãe pequena) da casa do Babalorixá (pai de Santo) João Alabá de Omolu, no bairro Saúde. Morou em diversos endereços da Pequena África e Centro. Seus saraus eram frequentados por poetas, cantores, compositores e músicos. Sua última moradia, na extinta Rua Visconde de Itaúna se tornou referência histórica no surgimento do samba carioca.
Gracy Mary Moreira, presidente da ORTC é membro do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Erradicação do Sub-registro de Nascimento e Ampliação Básica, integrante no World Urban Forum “Gender” (Fórum Mundial Urbano, membro na Assembleia de Gênero), membro da Executiva do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado do Rio de Janeiro, membro do Comitê Saúde da População Negra - RJ, foi membro do CEN (Coletivo de Entidades Negras), foi curadora do Museu do Negro, fez parte da comissão organizadora da Conferência Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) e foi coordenadora da baixada para a Liga de Capoeira do Rio de Janeiro. Bisneta de Tia Ciata, neta de Dona Glicéria, filha de Bucy Moreira (neto de Tia Ciata, músico e compositor) e Nanci Moreira (uma das Mães do Samba do Rio de Janeiro), Gracy representa quarto gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-brasileira. Cumprindo a promessa feita ao seu pai, de preservar o legado de sua bisavó, criou a organização com intuito de seguir seus passos, desenvolvendo ações em âmbito cultural e social. No século XIX, as descendentes de escravos conhecidas como Tias Baianas, comumente moravam em bairros da zona portuária do Rio de Janeiro, apelidada de Pequena África por Heitor dos Prazeres (1989 - 1966). Elas davam guarida aos recém-chegados e os ajudavam a encontrar moradia e trabalho. Tia Ciata ou Ciata da Oxum era iniciada no candomblé em Salvador pelo Babalaô (pai dos segredos) africano, Bangboshê Obitikô, era Yakekerê (mãe pequena) da casa do Babalorixá (pai de Santo) João Alabá de Omolu, no bairro Saúde. Morou em diversos endereços da Pequena África e Centro. Seus saraus eram frequentados por poetas, cantores, compositores e músicos. Sua última moradia, na extinta Rua Visconde de Itaúna se tornou referência histórica no surgimento do samba carioca.
Gracy Mary Moreira, presidente da ORTC é membro do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Erradicação do Sub-registro de Nascimento e Ampliação Básica, integrante no World Urban Forum “Gender” (Fórum Mundial Urbano, membro na Assembleia de Gênero), membro da Executiva do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado do Rio de Janeiro, membro do Comitê Saúde da População Negra - RJ, foi membro do CEN (Coletivo de Entidades Negras), foi curadora do Museu do Negro, fez parte da comissão organizadora da Conferência Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) e foi coordenadora da baixada para a Liga de Capoeira do Rio de Janeiro. Bisneta de Tia Ciata, neta de Dona Glicéria, filha de Bucy Moreira (neto de Tia Ciata, músico e compositor) e Nanci Moreira (uma das Mães do Samba do Rio de Janeiro), Gracy representa quarto gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-brasileira. Cumprindo a promessa feita ao seu pai, de preservar o legado de sua bisavó, criou a organização com intuito de seguir seus passos, desenvolvendo ações em âmbito cultural e social. No século XIX, as descendentes de escravos conhecidas como Tias Baianas, comumente moravam em bairros da zona portuária do Rio de Janeiro, apelidada de Pequena África por Heitor dos Prazeres (1989 - 1966). Elas davam guarida aos recém-chegados e os ajudavam a encontrar moradia e trabalho. Tia Ciata ou Ciata da Oxum era iniciada no candomblé em Salvador pelo Babalaô (pai dos segredos) africano, Bangboshê Obitikô, era Yakekerê (mãe pequena) da casa do Babalorixá (pai de Santo) João Alabá de Omolu, no bairro Saúde. Morou em diversos endereços da Pequena África e Centro. Seus saraus eram frequentados por poetas, cantores, compositores e músicos. Sua última moradia, na extinta Rua Visconde de Itaúna se tornou referência histórica no surgimento do samba carioca.
Gracy Mary Moreira, presidente da ORTC é membro do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Erradicação do Sub-registro de Nascimento e Ampliação Básica, integrante no World Urban Forum “Gender” (Fórum Mundial Urbano, membro na Assembleia de Gênero), membro da Executiva do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado do Rio de Janeiro, membro do Comitê Saúde da População Negra - RJ, foi membro do CEN (Coletivo de Entidades Negras), foi curadora do Museu do Negro, fez parte da comissão organizadora da Conferência Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) e foi coordenadora da baixada para a Liga de Capoeira do Rio de Janeiro. Bisneta de Tia Ciata, neta de Dona Glicéria, filha de Bucy Moreira (neto de Tia Ciata, músico e compositor) e Nanci Moreira (uma das Mães do Samba do Rio de Janeiro), Gracy representa quarto gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-brasileira. Cumprindo a promessa feita ao seu pai, de preservar o legado de sua bisavó, criou a organização com intuito de seguir seus passos, desenvolvendo ações em âmbito cultural e social. No século XIX, as descendentes de escravos conhecidas como Tias Baianas, comumente moravam em bairros da zona portuária do Rio de Janeiro, apelidada de Pequena África por Heitor dos Prazeres (1989 - 1966). Elas davam guarida aos recém-chegados e os ajudavam a encontrar moradia e trabalho. Tia Ciata ou Ciata da Oxum era iniciada no candomblé em Salvador pelo Babalaô (pai dos segredos) africano, Bangboshê Obitikô, era Yakekerê (mãe pequena) da casa do Babalorixá (pai de Santo) João Alabá de Omolu, no bairro Saúde. Morou em diversos endereços da Pequena África e Centro. Seus saraus eram frequentados por poetas, cantores, compositores e músicos. Sua última moradia, na extinta Rua Visconde de Itaúna se tornou referência histórica no surgimento do samba carioca.